

Andréa Apolinário
É afro- amazônica, não- monogâmica, ativista ambiental, ubandista, sacerdotisa do sagrado feminimo, mãe de 2, performer, carimbozeira, coralista afro- brasileira e mestranda em dança pela Faculdade Angel Vianna de Dança PPGPDAN/ FAV . Bacharela em nutrição pela Escola Superior da Amazônia ESAMAS (2016- 2019) . Pós -graduada em saúde pública pelo instituto mineiro de formação continuada ZAYAN( 2020) ; pós -graduada em neurociência e aprendizagem (2020); neuropsicologia ( 2020) ,é técnica intérprete/criadora em dança no eixo tecnológico produção cultural e Desing (2013- 2018). Possui carreiras de nutricionista CRN7 10728 e técnico intérprete criadora em dança( parecer CNE/ CEB N 16/ 1999 resolução 04/1999) .
O trajeto artístico/acadêmico de Andréa Apolinário perpassa por um fazer de trabalhos na área da dança/ música contracolonial, pesquisadora, performer, instrumentista afro - amazônica e coralista afro- brasileira. Atualmente desenvolve uma pesquisa guiada pela prática intitulada "escuta das plantas" que são práticas de cuidado/saúde inspirada em tecnologias de terreiros. Possui experiências em balé, jazz , sapateado,teatro de rua, dança conteporânea, cinema, bioenergética, meditação ativa e moda .
Realizou a obra coletiva "Mulheres mães que cuidam e dançam" contemplada com a Lei paulo gustavo SECULT- PA (2024) ; foi contemplada com a obra coletiva "Mulheres raiz" prêmio de produção artística da fundação cultural seiva (2017- 2018); Beneficiada com a obra coletiva "Curandeiras" prêmio rede virtual de arte e cultura do governo do estado do Pará- fundação cultural de artes - Dart Edital 010/2020 . Foi performer na obra "Rogai" ( 2024); intéprete criadora em dança no "Laboratório Voz e Criação" ( 2022) ; mesa redonda sobre "Curandeiras" no avaamazoniafestival - festival internacional de cinema indígena ( 2022); performer em "Gritos da terra" (2022); intérprete criadora em dança na obra coletiva "Curandeiras" ( 2020) ; vivência topos (2019); performer em " Borboleta azul" (2018); intérprete criadora em dança "Cosmogonia" (2018); "As mandiocas mulheres raiz" ( 2018) ; " Lugar de mulher é onde ela quiser" ( 2016).




